Prefeito Gelson Coelho destaca “governo sem ódio”, parceria e uso comunitário na inauguração da nova Câmara de São Jorge D’Oeste
Publicado em 23 de fevereiro de 2026 às 03:56A inauguração da nova sede da Câmara Municipal de Vereadores de São Jorge D’Oeste, durante a primeira sessão solene de 2026, nesta Sexta- Feira (20), marcou um capítulo simbólico para o município: não apenas pela entrega de um prédio público, mas pelo recado político e institucional reforçado pelo prefeito Gelson Coelho do Rosário em seu discurso — centrado em diálogo, respeito e parceria entre os poderes.
Diante de autoridades locais e regionais, ex-prefeitos, ex-vereadores, lideranças comunitárias e grande público, Gelson afirmou que o governo municipal tem como propósito conduzir a gestão “dialogando com os vereadores”, com foco na coletividade. Em um dos trechos mais emblemáticos, o prefeito frisou que a administração busca “governar sem ódio”, priorizando o entendimento e o bem maior, e não disputas políticas.
“Quando a parceria existe, as coisas acontecem”Gelson ressaltou que o avanço do município depende de sintonia institucional e descreveu como se deu a construção do caminho para a nova sede: segundo ele, quando foi procurado pelos vereadores, prontamente abriu diálogo e viabilizou a cedência do espaço para que o Legislativo pudesse instalar-se de forma definitiva. O prefeito elogiou a condução da Câmara na execução das melhorias e enfatizou que o resultado final é “um ambiente favorável” e pronto para servir a comunidade.
A fala se alinhou ao tom repetido ao longo da solenidade: a nova sede como “Casa do Povo”, voltada ao fortalecimento da democracia e à aproximação da população com o Legislativo.
Espaço para a Câmara e para toda a comunidadeO prefeito também direcionou parte do discurso ao uso prático do novo prédio, reforçando que a estrutura não deve ser limitada às sessões. Gelson citou que o local estará à disposição para atividades comunitárias e educacionais, como formaturas, eventos e formações de professores. “Toda a população, o comércio, a indústria, todos poderão usufruir desse lugar”, pontuou, ao defender que o investimento público precisa retornar em benefício coletivo e com ampla utilidade.
Reconhecimento aos que “construíram a história”
Em um tom de homenagem, Gelson dirigiu-se a ex-vereadores, ex-prefeitos e ex-vice-prefeitos presentes, afirmando que eles “foram heróis” por conduzirem o município em tempos de menos estrutura e maior dificuldade logística. Ao citar as viagens longas a Curitiba e Brasília e as limitações de maquinário de décadas passadas, o prefeito valorizou a trajetória de quem administrou e legislou em períodos mais desafiadores.
Ele declarou que a atual gestão só consegue avançar em obras, investimentos e captação de recursos porque o município foi “conduzido até aqui com maestria” por lideranças anteriores. Na sequência, projetou esperança para os próximos ciclos administrativos: que os futuros gestores possam fazer ainda mais.
Mensagem à Câmara: leis justas, respeito e empatia
Ao encerrar sua participação, Gelson fez um apelo direto ao Legislativo: que a nova sede seja um espaço de justiça e de decisões voltadas à população. Pediu apoio para governar com respeito a cada cidadão, e defendeu que o ambiente seja marcado por “empatia, diálogo e respeito”.
O prefeito ainda destacou que divergências podem existir, desde que contribuam para corrigir falhas e fortalecer o governo. Para ele, o município tende a crescer quando Executivo e Legislativo trabalham “em parceria”.
Um marco institucional para São Jorge D’Oeste
A solenidade de inauguração reuniu a mesa diretora, vereadores, servidores públicos, autoridades estaduais e lideranças locais, com atos protocolares, execução dos hinos, bênçãos religiosas e pronunciamentos que resgataram a história política do município. Ao final, as autoridades foram convidadas para o descerramento da placa inaugural, oficializando a entrega do novo espaço à comunidade.
No discurso do prefeito Gelson Coelho, a nova Câmara aparece como símbolo de uma proposta administrativa baseada na construção coletiva: diálogo acima do conflito, união institucional acima de disputas e um prédio público pensado para ser, de fato, um espaço do povo.