Agosto Lilás mobiliza comunidade em noite de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher
Publicado em 2 de setembro de 2026 às 09:43Encontro reuniu mulheres, famílias, profissionais, autoridades e entidades para ampliar o debate sobre prevenção, acolhimento e proteção às vítimas de violência.
Uma noite dedicada à informação, reflexão e, principalmente, à conscientização sobre uma realidade que exige o envolvimento de toda a sociedade. Assim foi o encontro realizado no dia 27 de agosto em alusão ao Agosto Lilás, campanha voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência contra a mulher.
A programação reuniu mulheres, famílias, profissionais, autoridades e representantes de entidades, criando um espaço de diálogo sobre a importância de reconhecer situações de violência, fortalecer a rede de apoio e ampliar a conscientização da comunidade.
Um dos destaques da noite foi a participação da mestre Suzi Carina Chaves, que conduziu uma abordagem voltada à reflexão e à sensibilização dos participantes. A contribuição da palestrante reforçou a necessidade de manter o tema presente nas discussões da sociedade e de fortalecer atitudes capazes de prevenir e enfrentar as diferentes formas de violência contra as mulheres.
O encontro também evidenciou que o enfrentamento à violência não deve ser tratado como uma responsabilidade exclusiva das vítimas ou dos órgãos de proteção. Família, comunidade, poder público, instituições e sociedade têm papel fundamental na construção de ambientes seguros, no acolhimento e na quebra do silêncio diante de situações de violência.
A iniciativa contou com a parceria do Conselho Municipal dos Direitos da Mulher, da Procuradoria da Mulher e da Associação Casa da Amizade, entidades que atuam no fortalecimento das ações de conscientização e proteção às mulheres.
Mais do que marcar o calendário do Agosto Lilás, a mobilização deixou uma mensagem para além do mês de agosto: o combate à violência contra a mulher precisa permanecer presente durante todo o ano, por meio da informação, da prevenção, do acolhimento e da responsabilidade coletiva.
A proposta é fazer com que a conscientização se transforme em atitude. Afinal, enfrentar a violência contra a mulher também significa não naturalizar agressões, não silenciar diante de situações de abuso e contribuir para que mulheres encontrem apoio e proteção quando precisarem.

